- Dia 06/12/08, Sabado: conversando pelo messenger, comento com uma amiga sobre um video impressionante que encontrei no blog da superinteressante. Era o video de um meteoro caindo em Edmont, Canada, capturado por uma camera de um carro da polícia canadense. O meteoro tinha 1o toneladas quando atravessou a atmosfera, fragmentou-se caindo num lago congelado. Fato ocorrido semana retrasada.
- Dia 07/12/08, Domingo: assistindo ao Fantastico, um série de reportagens em que desvendam mitos surgidos na internet, falavam sobre a história da sereia de Manaus. Uma informação incidental, no meio da matéria, comenta sobre o meteoro de Edmont.
O que uma coisa tem a ver com a outra? Nada. Somente que o post que eu preparava (sobre o meteoro) acabou sendo abortado (haha). Em um mundo interligado por redes de informação, fatos coincidentes são mais comuns do que se imagina.
Aliás, quais são as chances deste flagrante ocorrer de novo? Estar no lugar certo, na hora certa com uma câmera na mão.
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Voltando... Até onde um fato é coincidência, e até onde é motivado? Onde se localiza a linha que divide esses acontecimentos?
Meteoros como os de Edmont são relativamente comuns. O extraordinário foi aquele policial estar com a câmera ligada, na hora certa e no momento certo! Alguém se arriscaria a dizer a probabilidade de isso acontecer? Talvez seja como ganhar na loteria. Se bem que ultimamente ganhar na loteria não tem dado muita sorte aos 'milhonários'...
Se existem 6 bilhões de pessoas na Terra. Se elas vivenciam situações diversas, zilhões de situações, não é claro que um dia, uma combinação improvável, alguma coisa aparentemente impossível (leia-se, de probabilidade quase nula) acontecerá para uma dessas pessoas? É como num jogo de cartas, ou dados. Um dia saíra um ás...
Qual a probabilidade de estar na local exato e no momento exato?

Acho que atribuimos como divino, destino, místico coisas demais. Coisas que são... coincidências! E apenas isso. Quantas vezes não ouvi histórias de que "a pessoa em que eu estava pensando e que eu não via há anos me ligou naquele exato momento em que eu me lembrava dela!". Eu mesmo tenho histórias assim. Mas existem fatores demais influenciando para se sentenciar como se aquele fosse um caso verdadeiro de telepatia: uma música no rádio, ou alguma coisa na TV que te lembrou inconscientemente aquela pessoa, e o mesmo acontecendo com a pessoa... afinal, todos assistimos TV e vemos o mesmo programa... e por isso ela te ligou. Então adeus misticismo mirabolante. É a Occam's razor (Navalha de Occam): as entidades não devem ser multiplicadas além da necessidade, ou seja, nas várias explicações de um fenômeno, a mais simples é a verdadeira.

4 comentários
É. Mas que tudo isso é meio assustador..ahhhhh isso é ;x
Tdo na vida é questão d momento certo no lugar certo!
Bjus!
Qual seria o momento certo e a hora certa, não dá para se saber mesmo.
Gostei da teoria da Navalha de Occam, não a conhecia e procurei ler um pouco do assunto.
"Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenómeno, a mais simples é a melhor".
Concordo com a idéia que a mais simples é o MELHOR.
Beijos
Bom dia!
Hum... você me deiou muito curiosa, tive que assisti o vídeo. Achei muito impressionante!
Todas as vezes em que saio por aí me pego pensando que eu deveria estar com uma câmera fotográrica ou uma filmadora, principalmente, se na ocasião acontece um fato extraordinário!
PS.: Ri muito quando vc citou que os milionários da Mega Sena não tem tido muita sorte. Estariam eles no lugar e hora errados? hihihi... Eles não eram tão sortudos como achavam, não é mesmo?
Kiso
http://garotapendurada.blogspot.com/
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